21 de maio de 2009

Sobre Caminhos...

Ontem, saindo da fábrica em que costumo ficar uma vez por semana, resolvi testar um caminho novo para chegar em casa. A fábrica fica na Taquara e na semana passada um taxista me ensinou como chegar na Barra por Curicica. Eu jurava ter aprendido...
Lá fui eu toda serelepe atravessando ruas escuras, na dúvida se estava ou não na contramão e já certa de que não lembrava mesmo das instruções passadas pelo motoristas.
Rodei seguindo meu senso de direção que costuma ser bastante eficaz e quando acreditei ter chegado à Estrada dos Bandeirantes na verdade havia voltado ao ponto inicial. O jeito foi retomar o caminho habitual...
Engraçado como às vezes o que fazemos com nossas vidas parece com isso...

19 de maio de 2009

Cabelos ao Vento



Estou tão feliz com minhas madeixas lisas e escovadas que decidi viver assim pra sempre… O problema é que escova progressiva acaba com o meu cabelo e a inteligente dura pouquíssimo tempo.
Resolvi então aderir ao bom e velho secador, em sua versão repaginada numa tentativa de tornar mais ágil o processo de secar e alisar o pixaim.

Acabo de comprar esse secador novo da Philips, que promete ser a solução de todos os meus problemas.

Vamos ver...

Viver em Comunidade

Taí, como é difícil morar em condomínio.

18 de maio de 2009

O Melhor Amigo da Noiva

Assisti esse filme ontem e com certeza já entrou pra minha listinha de preferidos.
O filme é fofo demais e é óbvio me emocionei.
O diferente dessa comédia romântica é olhar o lado masculino da história.
Estamos tão habituados a ver as mulheres se debulhando em lágrimas ou em busca de seus próprios objetivos, que muitas vezes esquecemos que homens podem sim sofrer.
Enfim, é uma história linda que vale ser vista a dois.

=)

Móveis Planejados - Quarto - 1º Peregrinação

Bom, neste fim de semana comecei a peregrinação pelos orçamentos dos móveis planejados.
Com a planta do quarto, feita pela minha mãe, fui na Madeirol, Lacca e Dellano.
Fui muito bem atendida nas três lojas e marquei de ver os projetos a partir de quarta, de noite.
Pelo papo com os projetistas, o que será desenhado pelas três lojas será muito parecido. Meu quarto não tem muito jeito de fazer alguma coisa diferente.
No fim das contas, será um quarto bem funcional, mas com pouco espaço.
Dentre as três lojas, minha predileta é a Madeirol, tudo é lindo naquela loja! Pena que acho que o orçamento estará bem acima do que posso pagar. Bem acima mesmo!
Mas não custa nada sonhar...

Já que já estava no embalo de ver coisas para minha casa, fui até a nova Etna, que inaugurou há um tempinho na Barra.
Como é grande aquilo lá!
Aproveitei, lógico, para ver os módulos de armários. Sempre dá pra se ter uma idéia de disposição de prateleiras, gavetas e cabideiros.
Montando meu quarto, do jeito mais ou menos que pensei, gastaria em torno de R$4500, isso pode ser parcelado em até 10x.
É sempre uma solução, se o bolso chiar muito. Achei o material bem tranqüilo e os modulados com acabamento bem legal.
Tenho trauma dos armários da Dellano, sempre os achei muito frágeis. Pelo menos os da Etna me pareceram de melhor qualidade.





Um combinação de modulados que me agradou, sem as portas.

No próximo fim de semana vou peregrinar por lojas low price e dar uma olhada no material... quero ir na Celmar, Romanzza e Favorita, além da Tok Stok.

15 de maio de 2009

Zen

E eu juro, hoje acordei sentindo uma paz tão grande, algo como há tanto não se sentia, que chega me causou estranheza.

14 de maio de 2009

Ônibus Escolar

Não lembro ao certo, se quando pequena à espera do ônibus escolar, minha mãe já havia saído para o trabalho ou se estava terminando de se arrumar. Lembro apenas que todo dia era uma saída solitária. Eu ficava sozinha na varanda de casa e ao sair, batia apenas o portão. Nunca houve pai ou mãe à espera comigo.
No fundo, fui uma criança bastante sozinha.
Meus pais sempre trabalharam fora e minhas tardes eram na casa da minha avó. Passava horas e horas no quintal que tinha o tamanho de um sítio na minha cabecinha infantil.
Era o terreno perfeito para os meus castelos imaginários, os palacetes que sempre achei que moraria um dia e para as brincadeiras com os amigos que ainda não havia feito.
Era uma criança de poucos amigos, é bem verdade. Lembro de algumas crianças da vila ao lado, mas nunca fui muito chegada à agitação.
Gostava mesmo de brincar com a filha da manicure de minha mãe. E só com ela.
Quando um pouco mais velha, passei a brincar na rua. Mas nunca deixei de ser uma criança reservada.
Na infância sonhei em morar em uma casa de dois andares. Um segundo andar, sabe-se lá porque, fazia falta na minha vida.
Já na pré-adolescência sonhava em morar em prédio. Achava que tendo um play seria mais feliz.
Aos 14 anos mudamos para um apartamento, em outro município.
Fiquei sem casa, sem quintal, sem segundo andar, sem os poucos amigos que tinha e sem o play.
Meu prédio era um daqueles antigos com garagem pequena e sem playground. Os amigos que conquistei foram da escola e não do prédio como achei que um dia teria.
Tai, nunca fiz amigos no prédio.
Atualmente, já morando em outro prédio e com play, quando pela manhã saio pra passear com meu cachorro, sempre vejo um monte de crianças à espera do ônibus escolar com seus pais.
Achava exagero aquele monte de pais e mães acenando e mandando beijos para o ônibus.
Hoje parei pra pensar que o meu desdém usual para aquela cena demonstre apenas uma inveja de leve de algo que nunca tive: amigos do prédio e uma mãe esperando o ônibus da escola comigo.

13 de maio de 2009

"Quer saber, já foi...
Vou cuidar de mim
Eu quero alguém pra dividir...
Gostar de quem gosta de mim"

(Não sei ao autor, mas o Jota Quest gravou esta música)

12 de maio de 2009

Quadros

Estava navegando por aí e vi essas sugestões para aquelas paredes brancas em que você olha e tem a sensação de que está faltando alguma coisa. A primeira sugestão é a utilização de diversos quadrinhos de pin ups com cara de anúncios de antigamente. Dá pra aproveitar a idéia e reunir coleção de qualquer coisa pregável.
A segunda opção é o conjunto de quadros com fotos em P&B. A terceira, espelhos, vários espelhos, juntos. E por fim, pranchetas com gravuras variadas.
Idéias não faltam!








Porquinho Magro

O mês está em pleno vapor, meu pagamento chega apenas em 10 dias e minha conta já sangra.

Fazia tempo que não me descontrolava tanto assim. Somou-se um presente de casamento, terapia duas vezes por semana e exageros no cartão de crédito e débito e voilá: não tenho um puto pra gastar agora. Serão, pelo menos, 9 dias de contenção total de gastos!!!

O que espera-se é que para o próximo mês a conta do cartão seja um pouco mais baixa.

Reduzi também a terapia para apenas uma vez por semana, por falta de tempo, mas grana que vai acabar sobrando será bem providencial.

 

11 de maio de 2009

Diversos

Depois de um fim de semana de orgias gastronômicas variadas, hoje vou me desintoxicar.

A meta é passar o dia só na base de água e frutas.

Tô precisando disso ao extremo!

Engordei horrores e serei madrinha de casamento muito em breve. Não quero parecer uma porca cor de rosa do altar.

 

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Sábado vou começar a orçar os móveis planejados para minha casa. Será um processo longo já que quero o melhor custo benefício... LÓGICO!

Não tenho muita grana a ponto de conseguir pagar a vista, então vou precisar parcelar.

Odeio parcelamentos, mas vai ser o único jeito dessa vez.

 

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Ódio mortal ao que aconteceu este fim de semana com meu carro. Ele simplesmente parou no meio de um retorno em plena Barra da Tijuca. Minha sorte é que o pessoal da Azul é muito ágil. Diagnóstico: minha bateria está cansada. Cansada estou eu!!!

 

      

 

 

8 de maio de 2009

Sacolinhas e Sacolões

Na boa, isso deve vir junto com os sintomas da velhice, basta prestar atenção que ficará perceptível: toda velha curte carregar milhões de miudezas em sacolinhas plásticas.
É um ritual desgastante, quase macabro, quando elas começam a arrumar e desarrumar suas quinquiliárias em sacolas dentro de sacolas.
Eis me aqui, neste ônibus, atordoada com o barulho irritante de dezenas de saquinhos amassando-se e desamassando-se em um ritmo frenético. Parece compulsão.
Perdoem-me o post sem sentido, mas eu realmente precisava compartilhar.

7 de maio de 2009

Sapateira

Acho que a maior parte das pessoas quando resolve morar sozinha, ou se casar pela primeira vez, padece de um mesmo problema: falta de espaço.
Logicamente comigo isso não vai ser diferente. Embora meu apartamento seja relativamente espaçoso, minha suíte é extremamente complexa para mobiliar. Não chega a ser pequena, mas possui medidas não tão usuais. Não há grande espaço para armários. A TV obrigatoriamente tem que ser de LCD, se você deseja tê-la em frente a cama, como é o meu caso.
Enfim, problema lançado, nas próximas semanas vou começar a orçar empresas de móveis planejados. Quero ter idéia da facada.
Hoje estava olhando o jornal e vi que o Shopping Matrix, muito conhecido por mobiliário de escritório, agora tem uma linha casa. Para quem quiser conhecer, o endereço é: http://www.matrizhouse.com.br/.
Não que eu vá encher minha casa de armários de lá, mas uma sapateira com espelho me chamou bastante a atenção. Bem funcional, ela ocupa pouco espaço e é bonita. Gostaria de conseguir incluir algo nesse estilo no projeto do meu quarto.

5 de maio de 2009

Padedeux

E honestamente acho que o que cansa mesmo é essa gangorra. Se vou, ele recua, se eu recuo, ele aparece.

É uma dança mal ensaiada, um vai e vem sem limites, assim como nossa relação.

E há dias em que a falta de regras causa choro e arrependimento.

Mas há outros em que penso que levei a vida toda sob rédeas rígidas e que talvez agora, justamente agora, seja o momento de arriscar.

Sou nostálgica, não nego, e por muitos dias pensei e repensei atitudes antigas.

Há vezes em que acho que algumas decisões foram precipitadas e que meu presente poderia ser outro, por conta de algumas escolhas sem sentido.

Mas vou levando. Mais confusa do que nunca, confesso.

Na sala de dança ainda tento acertar os passos. Uma pisada no pé de um parceiro desajeitado pode doer ou simplesmente fazer rir dependendo do humor ou de como se encara a intempéries da vida.

É viver para ver.

4 de maio de 2009

Fatal

E aí que no sábado resolvi assistir como quem não quer nada um filme chamado “Fatal”. O que era para ser uma simples distração gerou uma deprê enorme.

O filme é denso e triste e me vi em diversas partes.

Terrível é dar-se conta do calabouço e não saber ao certo como sair dele.

Na terapia hoje, obviamente ele foi o assunto. Falamos de cada pedaço que me marcou.

Como chorei.

Dói saber que o que é prioridade para um nem sempre é prioridade para o outro.

E é aí que começam os problemas...